
Acho que nenhum de nós valorizava como devia, cada visita que fazíamos à casa materna...
De minha parte, eu não me aprimorei tanto para receber a pprimeira visita de Erick à "casa da mãe"... Mas procurei arrumar o quarto dele como se ainda morasse aqui e abasteci a geladeira e a "despensa" com itens que eu não comprava desde que ele saiu...
Não precisei ficar chamnado o nome dele em voz alta, usei o celular e continuei perto dele... Penso em como devia ser difícil para mmamãe, viver longe dos filhos aos quais ela era tão dedicada...
Ela esperava visitas esparsas... cartas que raramente chegavam... Depois que voltamos a ter telefone, esperava por breves ligações (muitas vezes cheias entrecortadas por linhas cruzadas)...
Quando ainda morava em João Pessoa, lembro de acompanhar mamãe a um posto telefônico, para que ela ligasse para um dos meninos... Era tudo muito difícil, mas ela ficava muito feliz com o crescimento dos filhos...
Neste ponto, somos iguais: sinto muito orgulho e uma deliciosa sensação de missão cumprida, ao ver Erick formado, trabalhando e morando sozinho... Tenho apenas que procurar "assistir o filme" quietinha, para não atrapalhar!!
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